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24/02/2019

"O Caminho Perdido" e "O Segredo da Casa Fechada" na Cinemateca Júnior / 02.03.2019


"O Caminho Perdido" e "O Segredo da Casa Fechada", de Teresa Garcia, na Cinemateca Júnior, sábado 2 de Março às 15h00. Sessão com a presença de Teresa Garcia.

O CAMINHO PERDIDO
: Um rapazinho está perdido numa floresta espessa e sombria. Ao final do dia, quando o medo começa a crescer, o rapaz reconhece um som de passos que se sobrepõe aos sons aflitivos e ameaçadores da noite que se instala insidiosamente. É então que surge, do interior da floresta, um velho, também ele perdido. O velho, ao ver o rapaz sozinho, propõe-lhe, procurarem juntos o caminho...

O SEGREDO DA CASA FECHADA: 
“A casa fechada é quase sempre vista pelo olhar das duas irmãs. Ela parece por vezes ganhar vida e mudar conforme a hora do dia ou da noite. No fim não saberemos se essa mudança que mais ninguém parece ver é real ou uma construção deste imaginário infantil”.

O universo poético de Teresa Garcia, por Serge Meurant:
"Em cada filme da Teresa Garcia, trata-se de encontrar a memória de uma casa, de uma infância, de um lugar. Será que podemos conseguir o que eu chamaria um retorno ao futuro pelos recursos que o cinema oferece? Será possível restituir esse movimento que nos leva à origem subterrânea de nossas emoções? A forma do conto, que permite a metamorfose do quotidiano, consegue isso: o realismo mágico vai proceder por sensações, intuições de luz, de paisagens desérticas ou de sonhos relacionados com o fascínio das águas. Cada filme assume a forma de um errância, de uma demanda e de um pôr á prova do real no que ele contém de inexprimível. "

09/01/2013

L'univers poétique de Teresa Garcia, par Serge Meurant



La maison oubliée, Le chemin perdu et La tempête sont trois films de Teresa Garcia qui puisent aux mêmes sources de l'inconscient. Il s'agit, en chacun d'eux, de retrouver le souvenir d'une maison, d'une enfance, d'un lieu. Pouvons-nous réaliser ce que j'appellerais un retour vers l'avant par les ressources qu'offre le cinéma. Est-il possible de restituer ce mouvement qui nous mène à l'origine ensevelie de nos émotions ? La forme du conte y atteint qui permet la métamorphose du quotidien: ce réalisme magique procéderait par illuminations, intuitions de lumières , de paysages désertiques ou de rêveries liées à la fascination des eaux. Chaque film revêt la forme d'une errance, d'un cheminement et d'une mise à l'épreuve du réel en ce qu'il contient d'indicible. Qu'il s'agisse de deux vagabonds, d'un enfant égaré dans la forêt, d'une jeune mère, ces personnages offrent dans  la simplicité de leurs actions une force tranquille qui soudain se verra bouleversée par une rencontre, un désir, l'apparition de signes, sédiments d'une mémoire ancienne.

Chaque film traduit l'expérience de ceux-ci en symbiose étroite avec la nature.

Le montage la rend présente en chaque instant, la magnifie et donne au spectateur le sentiment d'une parfaite perméabilité entre les hommes et les paysages. La musique et la bande sonore y contribuent, permettent de mieux écouter le silence du monde.

Parfois le spectateur se prend à croire qu'il s'agit d'un rêve éveillé où le temps s'arrête, effectue sur lui même une sorte de boucle, au rythme des champs, des vagues, de la lumière. La magie du cinéma n'est-elle pas toute entière contenue dans cette capacité de réinventer le temps ou du moins de le faire apparaître aussi souverainement ?
 
Serge Meurant
22 juillet 2012

02/09/2011

15/04/2007

O Caminho Perdido e A Casa Esquecida no cinema Le Méliès, em Pau, França

O Caminho Perdido e A Casa Esquecida são os filmes apresentados na "Projecção-encontro", que vai integrar o programa "Espaces de la Lusophonie" a decorrer no cinema Le Meliès em Pau (França) entre 24 de Abril e 9 de Maio, com a presença da realizadora Teresa Garcia e do actor Luis Rego. Segundo o responsável da programação, Jean-Jacques Ruttner, esta sessão tem como objectivo, dar a descobrir uma realizadora emergente e criar um encontro entre esta e o conhecido actor Luis Rego com o público.

"É uma autêntica revelação: em dois filmes curtos, Teresa Garcia impôs o seu universo poético e doce, a sua surpreendente capacidade de tecer parábolas formidávelmente límpidas que falam, com emoção, delicadeza e justeza, do ser humano, do seu caminho de vida.(...) Comoventes e profundos, estes dois filmes marcam a emergência de uma cineasta: o que não acontece todos os dias!"
Jean-Jacques Ruttner

13/03/2007

O Caminho Perdido por Manuel António Pina: "Há mais mundos?"

O risco maior do cepticismo, enquanto atitude intelectual e moral, é a vocação totalitária de todo o pensamento e toda a moral; se não nos mantivermos em estado de reserva mental em relação ao próprio cepticismo, quando dermos por isso somos prisioneiros e não indivíduos livres. Às vezes acontece- -me, como à Rainha de "Alice do outro lado do espelho", acreditar (eu, um céptico) em meia-dúzia de coisas impossíveis ainda antes do pequeno-almoço na liberdade, na beleza, na bondade. Ontem, em Serralves, passou "O caminho perdido", de Teresa Garcia, uma bela e inteligente curta-metragem onde um velho (ou um menino?) procura o caminho de casa e o encontra encontrando-se e desencontrando-se consigo mesmo. Não é o caminho de casa o que procuramos, perdidos também nós na secreta floresta do tempo e da memória? E, como no poema de Mark Alexander Boyd, não nos leva pela mão um cego guiado por uma criança? À saída de Serralves, mergulhando de novo da "Metropolis" quotidiana, sentia-me impossivelmente bem comigo e com o mundo. Talvez, quem sabe?, haja mais mundos. Num livro, numa obra musical, na obscuridade de uma sala de cinema, longe da gritaria comercial e mediática. Talvez até dentro de nós. Supondo (lá vens tu, cepticismo) que temos ainda "dentro".

Manuel António Pina
no Diário de Noticias, 12.03.2007

08/03/2007

O Caminho Perdido na Fundação de Serralves

O Caminho Perdido de Teresa Garcia será apresentado no proximo 11 de Março na Fundação de Serralves no ciclo O Sabor do Cinema.


actualização 12.03.07 : texto de Manuel António Pina no JN

11/10/2006

O Caminho Perdido no Festival Lumière Blanche - França

O Caminho Perdido será apresentado no cinema Le Lem na sexta feira 13 de Outubro no âmbito do Festival Lumière Blanche que decorre de 11 a 18 de Outubro à Tassin-La Demi-Lune, França.

25/03/2006

O Caminho Perdido no Festival Coté Court de Pantin - França

O Caminho Perdido foi seleccionado para a competição do 15º Festival Coté Court de Pantin, um dos mais importantes Festivais de filmes de curta-metragem em França, que vai decorrer entre 31 de Março e 9 de Abril. Este filme, que acaba de receber o Prémio de Qualidade (Prix de Qualité) atribuido pelo C.N.C., vai ser apresentado em Pantin nos dias 2, 5 e 8 de Abril.

04/03/2006

O Caminho Perdido recebe o Prix de Qualité du C.N.C. - França

O Caminho Perdido recebeu em 2006 o Prix de Qualité, apoio selectivo atribuído pelo C.N.C (Centre National de la Cinématographie) , em França, prémio destinado a recompensar a qualidade artística e técnica de filmes depois de realizados. Os filmes que receberam este prémio (anual) foram seleccionados por um júri nomeado pelo CNC.

22/12/2005

O Caminho Perdido premiado na Grécia

O Caminho Perdido ganhou o segundo prémio da curta metragem no 7th International Panorama of Independent Filmmakers de Larissa que decorreu na Grécia até 19 de Dezembro de 2005.

01/12/2005

O Caminho Perdido no Festival Imargens - Cabo Verde

O Caminho Perdido foi seleccionado para a 1ª edição do Festival Imargens que vai decorrer na Praia, Cabo Verde, a partir do 2 de Dezembro.

30/10/2005

O Caminho Perdido no Festival de Roma -Itália

O Caminho Perdido foi seleccionado para a 10ª edição do Festival de Roma na secção principal "O Sonho e o Tempo".


(...)“Mas vamos à secção principal do Festival, a Oficial (temática e não competitiva) que se chama “O Sonho e o Tempo” e se compõe de uma panorâmica internacional de filmes inéditos e corajosos. Desde o novo trabalho do jovem realizador chamado Fred Kelemen a um trio português composto de breves apólogos de Teresa Garcia, João Botelho e Rita Azevedo Gomes “ (...).

Bruno Roberti, director do festival
director da revista Filmcritica
in folheto sobre a programação

14/10/2005